Emirados Árabes Unidos dizem que interceptaram três mísseis do Irã
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Emirados Árabes Unidos dizem que interceptaram três mísseis do Irã

Segundo Ministério da Defesa do país, um quarto míssil caiu no mar. Mais cedo, Os Emirados Árabes acusaram Teerã de atacar um navio petroleiro vazio.

Os Emirados Árabes Unidos informaram nesta segunda-feira (4) que interceptaram três mísseis lançados pelo Irã em direção ao país. Um quarto míssil caiu no mar.

O Ministério da Defesa do país confirmou que os sons ouvidos em áreas dispersas do país são resultado do abate bem-sucedido dos mísseis.

Mais cedo, o país acusou o Irã de atacar com drones um navio petroleiro vazio pertencente à empresa estatal de petróleo de Abu Dhabi, a ADNOC, quando tentava passar pelo Estreito de Ormuz.

“Os Emirados Árabes Unidos enfatizaram ainda a necessidade de o Irã interromper esses ataques não provocados, garantir seu compromisso total com a cessação imediata de todas as hostilidades e a reabertura completa e incondicional do Estreito de Ormuz”, acrescentou o Ministério das Relações Exteriores.

O Irã bloqueou a entrada e saída do Golfo para a maioria dos navios não iranianos desde que EUA e Israel começaram a atacá-lo em 28 de fevereiro. O Irã ameaçou atacar as embarcações não autorizadas que transitam pelo estreito, por onde passa cerca de um quinto das remessas de petróleo e gás do mundo.

Quase 80% dos aprovados no PAES 2026 são da rede pública de ensino
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Quase 80% dos aprovados no PAES 2026 são da rede pública de ensino

O percentual mantém e supera a tendência observada em anos anteriores, como no PAES 2025, quando 74% das vagas foram ocupadas por alunos da rede pública.

Dados do Programa de Acesso ao Ensino Superior (PAES) 2026 apontam que 78,19% dos aprovados são egressos de escolas públicas, reforçando a trajetória de inclusão e acesso que tem marcado a instituição. Isso significa que, de cada 10 novos universitários na Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), 8 vieram da rede pública.

O percentual mantém e supera a tendência observada em anos anteriores, como no PAES 2025, quando 74% das vagas foram ocupadas por alunos da rede pública. O resultado evidencia a força da educação pública estadual e o impacto das políticas de fortalecimento do ensino médio na preparação dos jovens para o ingresso na universidade.

“Este número reflete a dedicação dos nossos professores, o empenho dos estudantes e o compromisso do estado com uma educação pública de qualidade. Ver a maioria das vagas da UEMA sendo conquistadas por alunos da rede pública é a confirmação de que estamos no caminho certo para reduzir desigualdades e ampliar oportunidades”, destacou a secretária de Educação do Maranhão, Jandira Dias.

O reitor da UEMA, Walter Canales, celebrou o dado como parte da missão institucional.

“Esse resultado confirma que a universidade pública está cumprindo seu papel social. Ter quase 78% dos aprovados oriundos da rede pública demonstra que as políticas de inclusão estão ampliando o acesso ao ensino superior e garantindo que estudantes de diferentes realidades possam chegar à universidade”.

O avanço da escola pública se reflete também nos cursos de maior prestígio e demanda. No curso de Direito, o percentual de aprovados da rede pública chegou a 87,50% em alguns campi, como em Presidente Dutra. Em Medicina, um dos cursos mais concorridos do país, a UEMA alcançou a marca de 53,75% de aprovados da rede pública no campus de São Luís, um feito notável que quebra barreiras históricas de acesso.

Além do expressivo percentual geral, chama atenção a distribuição dos aprovados por municípios do interior, demonstrando a capilaridade do acesso. Iniciativas como o “Terceirão Não Tira Férias” e Plataforma Gonçalves Dias têm sido estratégicas na preparação dos estudantes, especialmente em cidades mais distantes dos grandes centros.

O resultado consolida a UEMA como principal porta de entrada ao ensino superior público no estado e reforça a educação pública maranhense como instrumento de transformação social, capaz não apenas de incluir, mas também de preparar estudantes para os cursos mais desafiadores e disputados.

Violência é a principal preocupação dos nordestinos, aponta Quaest
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Violência é a principal preocupação dos nordestinos, aponta Quaest

35% dos entrevistados na região Nordeste apontam a violência como o maior problema do país.

A segurança pública é hoje o principal motivo de preocupação dos moradores do Nordeste. É o que indica a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nessa quarta-feira (11). Segundo o levantamento, 35% dos entrevistados na região apontam a violência como o maior problema do país.

O percentual coloca o tema à frente de pautas como questões sociais e saúde – que aparecem empatadas na segunda posição, com 17% cada. A economia é mencionada por 12% dos nordestinos, enquanto a corrupção soma 9%. Educação e outros assuntos registram 5%.

O cenário reforça o peso do debate sobre segurança no contexto das eleições de 2026. A percepção de insegurança tem ganhado espaço diante de episódios recorrentes de violência nas grandes cidades da região, motivados por disputas entre facções criminosas e áreas sob domínio territorial.

No recorte nacional, a segurança pública também ocupa o primeiro lugar entre as preocupações dos brasileiros, mas com menor intensidade: 27% citam a violência como principal problema do país.

A pesquisa também avaliou a percepção sobre os rumos do Brasil. No Nordeste, o resultado aponta divisão: 45% consideram que o país está na direção certa, enquanto outros 45% avaliam que segue na direção errada. Outros 10% não souberam ou preferiram não responder.

O levantamento foi realizado entre os dias 5 e 9 de fevereiro, com 2.004 entrevistas em todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.